terça-feira, 4 de janeiro de 2011

NOVA ORIGEM DO ICONVERSE - Fase 1 - Era uma vez...

Antes de mais nada, devo dizer que não sou nada original. Nem sei se deveria ser, mas mesmo assim, acho que devo essa desculpa sincera para todos os que se interessam pelo que escrevo aqui e pelo que eu crio.

Bem, super-heróis não são exatamente os mais originais conceitos. E o ICONVERSE é sobre eles.

Como quase todas as ambientações de heróis superpoderosos, o ICONVERSE tem suas origens na época da Segunda Grande Guerra Mundial. Claro que a MARVEL tinha o Capitão América e o Namor, entre outros, e a DC tinha a Sociedade da Justiça, o Superman Original e muitos outros. Na verdade, a origem de uma ambientação é mais complexa do que apenas datar o começo dos poderes. Mas eu tinha que começar de algum lugar...

Bem, vamos a ele! Com vocês, o ICONVERSE!!!

ORIGEM

O que eu vou escrever agora é fato real. Existiu e foi - de verdade - um dos mais importantes pontos da história que usei para basear o Universo Icônico.

Em 1941, Adolf Hitler assume que qualquer tipo de poder é importante para a conquista da Europa e decide mandar espiões e agentes especiais para procurar por alternativas de qualquer tipo, inclusive sobrenatural.

Depois de três anos, o Movimento Ariano já tinha desenvolvido tecnologia experimental de ponta em várias frontes, como aviões Haunebu (nave circular), naves espaciais do projeto espacial do Eixo, o Vril (nave movida a energia antigravimétrica), desenvolvimento de manipulação genética, avanços reais na área psiônica, motores magnéticos tesla, e muito mais.

Jakob Sporrenberg, general do exército alemão e responsável por todos esses projetos avançados, quando percebeu que a Alemanha Nazista estava pra ser mortalmente golpeada, decidiu destruir todos os protótipos existente, matar todos os envolvidos e desaparecer da face da Terra, com tudo o que ele e seus cientistas tinham criado.

Juntamente com Jakob Sporrenberg, Joseph Mengele - cabeça mais importante da divisão médica do projeto - vieram parar na América do Sul, acobertados pelo grupo chamado de Odessa. Essa divisão especial da SS conseguiu fazer desaparecer dezenas de oficiais nazistas em pontos espalhados pelo Terceiro Mundo.

Joseph Goebbels, segundo homem mais poderoso do Terceiro Reich e o cérebro propagandista do Nazismo, já tinha preparado toda a teia de influência da Odessa pelo mundo. Para que ele pudesse usar das informações adquiridas por ela para obter vantagens, ou até mesmo para espalhar o pensamento nazi em outros países. É fato que muitos políticos brasileiros eram simpatizantes nazistas e isso foi uma dor de cabeça para os Estados Unidos anos depois da guerra ter acabado.

Desde o início da Segunda Guerra Mundial, a ideologia do Estado Novo, implantado por Getúlio Vargas, apontava para um provável alinhamento do Brasil com os países do Pacto de Aço - Alemanha e Itália. Em 1937 Vargas havia instalado no País uma ditadura, apoiada em uma Constituição centralizadora e autoritária, que guardava muitos pontos em comum com as ditaduras fascista. A própria declaração de Vargas ao comentar a invasão da Polônia pelo exército nazista, em 1° de setembro de 1939, revelava certa simpatia pelo nazismo ao prever um futuro melhor.

Repressão: esta era a ordem política no Brasil na época da Segunda Guerra. O Estado Novo, decretado em 10 de novembro de 1937, fechou o Congresso, impôs a censura à imprensa, prendeu líderes políticos e sindicais e colocou interventores nos governo estaduais. Com um estilo populista, Getúlio Vargas montou um poderoso esquema de propaganda pessoal ao criar o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), claramente inspirado no aparelho nazista de propaganda idealizado por Joseph Goebbels. A Hora do Brasil, introduzida nas rádios brasileiras e chamada ironicamente pela intelectualidade de "Fala Sozinho", mostrava os feitos do governo, escondendo a repressão política praticada contra uma sociedade pouco organizada na época. Vargas criou o salário mínimo e instituiu a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), entre outros benefícios sociais, o que o levou a ser adamado como "pai dos pobres" pela população de baixa renda.

E foi aí que eu comecei a anexar eventos meus. Ou talvez não, se a gente pensar bem...

O Brasil e o sul da América do Sul eram cotados pela Odessa para ser o berço do Novo Reich, do futuro da criação real do Ariano Perfeito.

Sporrenberg assumiu aqui no Brasil a continuidade do que foi chamado Projeto Aesir, a criação do homem ideal, geneticamente manipulado e psicologicamente preparado para ser perfeito. O Ser Ariano. O Ubbermench. E o general não fez isso completamente no escuro. Fez isso com aval de vários politicos brasileiros, além de ter os recursos da Odessa a seu dispor.

Mengele, que foi seu braço direito no Projeto Aesir, tinha a seu dispor uma enorme variedade genética aqui, já que o Brasil é um caldeirão de etnias. Por mais de uma vez, Mengele é citado como tendo feito experimentos no interior gaúcho (fato verídico) no período dos anos 60-70.

E aí - mais uma vez - os nazistas são usados para dar início a todo um universo de super-pessoas.

O grupo de pesquisas nazista recomeçou logo depois de se assentarem aqui, em 1950. A primeira tentativa do Novo Reich de se fazer o Ser Ariano foi um completo fracasso. Usando de conhecimentos ainda experimentais de manipulação genética, tecnologia tesla e estudos sobrenaturais e ritualísticos, o resultado final foi devastador. Doze oficiais fugitivos, que acreditaram nas promessas de poder quase divino, foram voluntários para o experimento. Mas o poder enxertado em seus corpos não era facilmente controlado, fazendo alterações profundas na psique e nos corpos do grupo de oficials do Reich.

Usando a mesma tecnologia que mantinha o corpo roubado de Hitler vivo, apesar de praticamente em animação suspensa, Mengele prendeu e manteve os pacientes em coma induzido, para futuros estudos.

A segunda tentativa foi feita de uma forma mais sutil. Usando mulheres como invólucros não conscientes de seus experimentos, Mengele faz inseminações artificials em mais de seis mil jovens espalhadas pelo Brasil, mas usou fetos modificados pelos genes dos doze voluntários. O resultado foi de crianças aparentemente normais, mas com intelecto superior e paranormalidade latente. Nota para a quantidade absurda de gêmeos terem nascido por esse experimento expecífico. Essas crianças nasceram em 1960.

Em 1980, Amanda Koeller, pupila e filha bastarda de Joseph Mengele, assume a direção da Odessa e do Novo Reich. Ao descobrir o que seu pai havia feito, Amanda resolve adiantar o projeto e faz uma nova inseminação, mas dessa vez nas mulheres que nasceram no experimento de 1960. O resultado foi exatamente o que Mengele queria, mas não conseguiu dar prosseguimento. Cerca de 600 crianças nasceram extremamente saudáveis e, ao atingirem a puberdade, começaram a mostrar notadamente o surgimento de poderes que poderiam se dizer quase divinos.

Em 2000, a Odessa é descoberta por espiões americanos e fazem sua mágica de desaparecimento, mas não antes de aplicar uma terceira tentativa de inseminação, só que em apenas um número reduzido de mulheres. Vinte crianças vieram ao mundo, filhas de mulheres já poderosas da última inseminação. Ainda não se pode medir os poderes que essas crianças possuem, mas elas mostraram esses poderes desde os primeiros sopros de vida.

Então, eu tenho aqui uma ambientação de milhares de pessoas com poderes baixos com cerca de 50 anos, 600 pessoas com poderes medianos (os heróis e vilões do meu mundo) com cerca de 30 anos e 20 crianças com cerca de 10 anos beeeem poderosas, mas que não sabem ainda a extensão desses poderes.

Tenho ainda tecnologia superdesenvolvida dos nazistas começando a ser estudada por todo mundo, já que a Odessa foi pega e, aparentemente, desmantelada. Tenho elementos sobrenaturais sem ser ridicularizados, como é mais usado na ambientação do Hellboy. E tenho o Hitler. Mal, vivo, modificado pela primeira tentativa e completamente liberado para ser saco de pancadas de todo herói que se preze aqui.

Não sei se contei tudo, mas cansei de escrever agora. Vou deixar mais detalhes para os póximos posts. Espero que tenham gostado...

Até a próxima!

6 comentários:

  1. 1) Como explicar que os nazistas com tanta tecnologia perderam a guerra?
    2) será que os racistas arianos apreciariam um conceito como "diversidade genética"? Talvez preferissem usar descendentes de alemães nas colônias sul-brasileiras.

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  2. Fala, Begood...

    1) Olha, eu não posso te responder isso ou te explicar, simplesmente porque é fato. Os alemães realmente tiveram toda essa parafernália experimental. É só procurar na internet. Eles perderam a guerra seilá porque...

    2) E eu estou um passo a frente nessa explicação de 'diversidade genética', pois foram usados para estudo médico cobaias judias, cobaias turcas, cobaias ciganas, entre outras.

    Na minha concepção, foram usadas pessoas a dedo, escolhidas por serem mais resistentes e por todas as outras questões arianas cabíveis, claro. Mas mesmo assim, experimentos foram feitos com todo tipo de gente. É preciso saber quais são os mais geneticamente preparados para receber o teste real.

    Os detalhes de cada estudo ainda seria explicado com mais detalhes, mas tenho explicação pra todas as coisas. É só aprofundar no tema, que a gente debate mais.

    Mas foi boa a colocação sua.

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  3. Bom, os americanos também tinham mais tecnologia na guerra do Vietnã e não se pode dizer que venceram, a história esta cheia de exércitos poderosos que perderam batalhas, acho que isso é relativo.

    Já sobre a diversidade, se eu quisesse criar uma raça superior é claro que eu pesquisaria todas antes para tirar o melhor de cada uma. Bom pelo menos eu penso dessa forma, não sei o Hitler. risos

    Um abraço

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  4. CARA!!! VOCÊ É O CHARLES do Curso de quadrinhos no Largo do Machado????

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    1. Eu mesmo... Quanto tempo, né?

      Tudo bem aí?

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